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para o que é indicado e para que serve?

Para que serve Nesina pertence a uma classe de medicamentos denominados inibidores da enzima DPP-4 (dipeptidil peptidase-4), sendo indicado em adultos para: Continue lendo...

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ATENÇÃO: O texto abaixo deve ser utilizado apenas como uma referência secundária. É um registro histórico da bula, rótulo ou manual do produto. Este texto não pode substituir a leitura das informações que acompanha o produto, cujo fabricante podem mudar a formulação, recomendação, modo de uso e alertas legais sem que sejamos previamente comunicados. Apenas as informações contidas na própria bula, rótulo ou manual que acompanha o produto é que devem estar atualizadas de acordo com a versão comercializada porém, no caso de qualquer dúvida, consulte o serviço de atendimento ao consumidor do produto ou nossa equipe.

Para que serve

Nesina pertence a uma classe de medicamentos denominados inibidores da enzima DPP-4 (dipeptidil peptidase-4), sendo indicado em adultos para: 

  • Redução dos níveis de açúcar no sangue (glicemia) quando os mesmos estiverem elevados, principalmente após uma refeição, em pacientes com diabetes mellitus do tipo 2. 
  • Auxilio na melhoria dos níveis de insulina produzidos por seu próprio organismo após uma refeição.  
  • Redução da quantidade de açúcar (glicose) produzida pelo organismo. 

Como Nesina não atua quando os níveis de glicose no sangue estão baixos, é improvável que cause redução da glicemia abaixo dos níveis normais (hipoglicemia). 

É importante se alimentar corretamente, perder peso se necessário, e se exercitar regularmente, para controlar seu diabetes tipo 2. Dieta, perda de peso e exercício são o primeiro tratamento para o diabetes tipo 2 e também auxiliam seus medicamentos antidiabéticos a funcionarem melhor para você. 

Como Nesina funciona? 

Nesina é um medicamento que inibe de forma altamente potente e seletiva uma enzima, a dipeptidil peptidase-4 (DPP-4), que está envolvida na regulação e na produção de insulina e glicose pelo organismo, resultando em um melhor controle dos níveis de glicose no sangue dos pacientes com diabetes tipo 2. Deve ser utilizado em complemento à dieta e aos exercícios.

Contraindicação

Nesina é contraindicado se você é alérgico à alogliptina ou aos demais componentes da fórmula e também se você tiver apresentado anteriormente reações alérgicas graves a Nesina.

Como usar

A dose recomendada de Nesina é de 25 mg uma vez ao dia. Seu médico poderá prescrever Nesina isoladamente (monoterapia) ou com outras medicações utilizadas para tratamento de diabetes. 

Nesina pode ser tomado com ou sem alimentos. 

Tomar Nesina exatamente conforme prescrito por seu médico. 

O ajuste de dose deve ser avaliado pelo médico e é recomendado para pacientes com insuficiência renal (mau funcionamento dos rins) moderada ou grave e para pacientes com doença renal em fase terminal que requerem diálise.

Em pacientes com insuficiência renal leve, não é nececessário ajuste da dose diária. 

Para pacientes com insuficiência renal moderada a dose de Nesina é 12,5 mg uma vez ao dia.

Para pacientes com insuficiência renal ou com doença renal em fase terminal que necessitam de hemodiálise a dose de Nesina é de 6,25 mg uma vez ao dia e pode ser tomada independente do momento da diálise. 

A avaliação da função renal é recomendada antes do início do uso de Nesina e posteriormente, de modo periódico.  

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. 

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. 

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar Nesina? 

A dose esquecida deve ser tomada tão logo seja lembrada. No entanto, se estiver muito perto da administração da próxima dose, não a tome; tome somente a dose seguinte e continue com o esquema posológico regular. Não tome uma dose dupla para compensar a dose esquecida e não exceda a dose recomendada para cada dia. 

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Precauções

Não tome Nesina: 

Se tem alergia à alogliptina ou a qualquer outro componente deste medicamento (indicados na composição)

Se teve alguma reação alérgica grave a qualquer outro medicamento semelhante que tome para controlar o nível de açúcar no sangue. Os sintomas de uma reação alérgica grave podem incluir: erupção na pele, manchas vermelhas salientes na pele (urticária), inchaço do rosto, lábios, língua e garganta que pode causar dificuldade em respirar ou engolir. 

Advertências  

Crianças e adolescentes 

Nesina não é recomendado a crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos, dada a inexistência de dados nestes pacientes. 

Outros medicamentos e Nesina 

Informe o seu médico se estiver tomando, tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos.

Gravidez e amamentação 

Se está grávida ou amamentando, se pensa que pode estar grávida ou planeja engravidar, consulte o seu médico antes de tomar este medicamento. 

Não há experiência de utilização de Nesina em mulheres grávidas ou durante a amamentação.

Nesina não deve ser utilizado durante a gravidez ou a amamentação, a não ser que o seu médico considere que é claramente necessário. 

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. 

Condução de veículos e utilização de máquinas 

Desconhece-se se Nesina afeta a sua capacidade de conduzir e utilizar máquinas. Tomar Nesina em associação com medicamentos denominados sulfonilureias, insulina ou em terapia de associação com tiazolidinediona mais metformina pode causar níveis baixos de açúcar no sangue (hipoglicemia), que podem afetar a sua capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. 

Durante períodos de sobrecarga no organismo, como acontece em casos de febre, trauma, infecção ou cirurgia, sua necessidade do medicamento pode sofrer alteração; contate seu médico imediatamente se alguma destas condições se aplicar a você.  

Interações Medicamentosas  

Informe ao seu médico sobre todos os medicamentos que você toma, incluindo medicamentos prescritos, não prescritos, vitaminas e medicamentos à base de plantas. Certos medicamentos podem afetar o controle da glicemia. 

Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. 

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Reações Adversas

Como todos os medicamentos, Nesina pode causar reações adversas, embora estas não se manifestem em todas as pessoas. 

Pare de tomar Nesina e contate imediatamente o médico se sentir alguma das seguintes reações adversas graves. 

Frequência Desconhecida (não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis): 

Também deve falar com o seu médico se sentir as seguintes reações adversas: 

Composição

Comprimidos revestidos de 6,25 mg contém: 

8,5 mg de benzoato de alogliptina (equivalente a 6,25 mg de alogliptina).

Excipientes: manitol, celulose microcristalina, hiprolose, croscarmelose sódica e estearato de magnésio. 

O revestimento dos comprimidos contém:

Hipromelose, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho e macrogol.

Comprimidos revestidos de 12,5 mg contém

17 mg de benzoato de alogliptina (equivalente a 12,5 mg de alogliptina).

Excipientes: manitol, celulose microcristalina, hiprolose, croscarmelose sódica e estearato de magnésio. 

O revestimento dos comprimidos contém:

Hipromelose, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e macrogol.

Comprimidos revestidos de 25 mg contém

34 mg de benzoato de alogliptina (equivalente a 25 mg de alogliptina).

Excipientes: manitol, celulose microcristalina, hiprolose, croscarmelose sódica e estearato de magnésio. 

O revestimento dos comprimidos contém:

Hipromelose, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho e macrogol.  

Os comprimidos (6,25 mg, 12,5 mg e 25 mg) são marcados com tinta de impressão contendo laca e óxido de ferro preto sintético.

Superdosagem

As doses mais altas administradas em estudos clínicos foram doses únicas de 800 mg a indivíduos sadios e doses de 400 mg uma vez ao dia por 14 dias em pacientes que apresentavam diabetes tipo 2. Não foram observados eventos adversos sérios nestas doses. 

Caso ocorra a administração de superdose, são recomendados procedimentos de suporte e medidas habituais de controle das funções vitais, de acordo com as condições clínicas do paciente. Conforme o julgamento do médico, pode ser razoável iniciar a retirada do medicamento ainda não absorvido do trato gastrintestinal. 

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação Medicamentosa

Benzoato de Alogliptina (substância ativa) é excretado primariamente pela via renal. O metabolismo relacionado ao citocromo (CYP) P-450 não é significante. Não foram observadas interações medicamentosas com substratos ou inibidores da CYP testados ou com medicamentos excretados pela via renal.

Ação da Substância

Resultados da eficácia

Benzoato de Alogliptina (substância ativa) foi estudado como monoterapia e em combinação com metformina, sulfonilureia, tiazolidinediona (isoladamente ou em combinação com metformina ou sulfonilureia) ou insulina (isoladamente ou em combinação com metformina).

Um total de 8673 pacientes com diabetes tipo 2 foi randomizado em 10 estudos clínicos de segurança e eficácia, duplo-cegos, controlados por placebo ou ativo, realizados para avaliação dos efeitos de Benzoato de Alogliptina (substância ativa) no controle glicêmico. A distribuição racial dos pacientes expostos à medicação do estudo era: 68% caucasianos, 15% asiáticos, 7% negros e 9% outros grupos raciais. A distribuição étnica era 30% hispânicos. Os pacientes tinham idade média de 55 anos (variação de 21 a 80 anos).

Em pacientes com diabetes tipo 2, o tratamento com Benzoato de Alogliptina (substância ativa) produziu reduções clinicamente e estatisticamente significativas nos níveis de hemoglobina glicada (HbA1c) em comparação ao placebo. Como é comum para os estudos envolvendo tratamento de diabetes tipo 2, a média de redução da A1C com Benzoato de Alogliptina (substância ativa) parece ser relacionada aos níveis de elevação da A1C na linha de base (início) do estudo.

Benzoato de Alogliptina (substância ativa) causou alterações semelhantes ao placebo dos lipídeos séricos no basal.

Pacientes com controle glicêmico inadequado com dieta e exercício

Um total de 1768 pacientes com diabetes tipo 2 participou em três estudos duplo-cegos para avaliar a eficácia e a segurança de Benzoato de Alogliptina (substância ativa) em pacientes com controle glicêmico inadequado com dieta e exercício. Todos os três estudos tinham um período de observação de 4 semanas, simples-cego com placebo seguido por um período de tratamento randomizado de 26 semanas. Os pacientes que falharam em atingir os objetivos hiperglicêmicos pré-especificados durante o período de 26 semanas de tratamento receberam terapia glicêmica de resgate.

Em um estudo de 26 semanas, duplo-cego, controlado por placebo, um total de 329 pacientes (HbA1c média basal = 8%) foram randomizados para receber Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 12,5 mg, Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 25 mg ou placebo uma vez ao dia. O tratamento com Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 25 mg resultou em melhoras estatisticamente significantes em relação ao valor basal nos níveis de HbA1c e glicemia de jejum (GJ) em comparação ao placebo na semana 26 (Tabela 1). Um total de 8% dos pacientes recebendo Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 25 mg e 30% daqueles recebendo placebo necessitaram de terapia de resgate glicêmico.

A melhora na HbA1c não foi afetada por gênero, idade ou IMC basal.

A redução média do peso corporal com Benzoato de Alogliptina (substância ativa) foi semelhante ao placebo.

Tabela 1: Parâmetros glicêmicos na Semana 26 em um estudo, controlado por placebo, de monoterapia com Benzoato de Alogliptina (substância ativa)*
 Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 25 mgPlacebo
HbA1c(%)N = 128N = 63
Valor basal (média)7,98
Alteração em relação ao valor basal (média ajustada)-0,60
Diferença em relação ao placebo (média ajustada†com IC de 95%)-0,6(-0,8, - 0,3) 
% de pacientes (n/N) que atingem HbA1c?7%44% (58/131) 23% (15/64)
Glicemia de jejum (mg/dL)N = 129N = 64
Valor basal (média)172173
Alteração em relação ao valor basal (média ajustada)-1611
Diferença em relação ao placebo (média ajustadacom IC de 95%)-28(-40, -15)--

* População de intenção de tratamento, utilizando a última observação durante o estudo.
Médias dos quadrados mínimos ajustadas para tratamento, valor basal, região geográfica e duração do diabetes.
p<0,01 comparado ao placebo.

Em um estudo de 26 semanas, duplo-cego, controlado por ativo, um total de 655 pacientes (HbA1c média basal = 8,8%) foram randomizados para receber Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 25 mg isolado, pioglitazona 30 mg isolada, Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 12,5 mg com pioglitazona 30 mg ou Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 25 mg com pioglitazona 30 mg uma vez ao dia. A administração concomitante de Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 25 mg com pioglitazona 30 mg resultou em melhoria estatisticamente significativa na HbA1c e GJ basal comparado a Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 25 mg isolado e a pioglitazona 30 mg isolada (Tabela 2). Um total de 3% dos pacientes recebendo Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 25 mg administrado concomitantemente com pioglitazona 30 mg, 11% daqueles recebendo Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 25 mg isolado e 6% daqueles recebendo pioglitazona 30 mg isolada necessitaram de resgate glicêmico.

A melhora na HbA1c não foi afetada por gênero, idade ou IMC basal.

O aumento médio do peso corporal foi semelhante entre a pioglitazona isolada e Benzoato de Alogliptina (substância ativa) quando administrados concomitantemente com pioglitazona.

Imagem Complementar da Bula do Nesina 25mg 30 comprimidos revestidos

* População de intenção de tratar usando a última observação do estudo.
Médias dos mínimos quadrados ajustadas para tratamento, região geográfica e valor basal.
p<0,01 comparado com Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 25 mg ou pioglitazona 30 mg.

Em um estudo de 26 semanas, duplo-cego, controlado por placebo, um total de 784 pacientes inadequadamente controlados com dieta e exercício isolados (HbA1c média basal = 8,4%) foram randomizados para 1 de 7 grupos de tratamento: placebo, cloridrato de metformina 500 mg ou cloridrato de metformina 1000 mg duas vezes ao dia, Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 12,5 mg duas vezes ao dia ou Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 25 mg uma vez ao dia; Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 12,5 mg em combinação com cloridrato de metformina 500 mg ou cloridrato de metformina 1000 mg duas vezes ao dia.

Ambos os braços de tratamento com administração concomitante (Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 12,5 mg + cloridrato de metformina 500 mg e Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 12,5 mg + cloridrato de metformina 1000 mg) resultaram em melhoras significantes na HbA1c e na glicemia de jejum quando comparados com seus regimes individuais de alogliptina e metformina (Tabela 3). Os braços de administração concomitante demonstraram melhoras na glicemia pós-prandial de 2 horas (GPP) comparados com Benzoato de Alogliptina (substância ativa) isolado ou metformina isolada (Tabela 3). Um total de 12,3% dos pacientes recebendo Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 12,5 mg + cloridrato de metformina 500 mg, 2,6% dos pacientes recebendo Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 12,5 mg + cloridrato de metformina 1000 mg, 17,3% dos pacientes recebendo Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 12,5 mg, 22,9% dos pacientes recebendo cloridrato de metformina 500 mg, 10,8% dos pacientes recebendo cloridrato de metformina 1000 mg e 38,7% dos pacientes recebendo placebo necessitaram de resgate glicêmico.

A melhora na HbA1c não foi afetada por gênero, idade, raça ou IMC basal.

A redução média do peso corporal foi semelhante entre a metformina isolada e Benzoato de Alogliptina (substância ativa) quando coadministrado com metformina.

Imagem Complementar da Bula do Nesina 25mg 30 comprimidos revestidos

NES = Benzoato de Alogliptina (substância ativa); MET = cloridrato de metformina.

*População de intenção de tratar usando a última observação durante o estudo antes da descontinuação da medicação do estudo duplo-cego ou terapia de resgate com sulfonilureia para pacientes que necessitaram de resgate.
Médias dos mínimos quadrados ajustadas para tratamento, região geográfica e valor basal.
p< 0,05 quando comparado com metformina e Benzoato de Alogliptina (substância ativa) isolados.
§ Comparado usando regressão logística.
População de intenção de tratar usando dados disponíveis na Semana 26.

Terapia combinada

Características Farmacológicas

Mecanismo de Ação

Concentrações aumentadas dos hormônios incretina, tais como o peptídio glucagon símile 1 (GLP-1) e o polipeptídio insulinotrópico dependente de glicose (GIP), são liberados na corrente sanguínea a partir do intestino delgado em resposta ao consumo de uma refeição. Estes hormônios provocam a secreção de insulina dependente de glicose pelas células beta pancreáticas, mas são inativados pela enzima DPP-4 dentro de minutos. O GLP-1 também reduz a secreção de glucagon a partir das células alfa pancreáticas, reduzindo a produção hepática de glicose.

Em pacientes que apresentam diabetes tipo 2, há redução dos níveis de GLP-1 mas a resposta da insulina ao GLP-1 é preservada. A alogliptina é um inibidor da DPP-4 que torna mais lenta a inativação dos hormônios incretina, aumentando, dessa forma, suas concentrações na corrente sanguínea e reduzindo as concentrações da glicemia em jejum e pós-prandial de maneira dependente da glicose em pacientes com diabetes mellitus tipo 2. A alogliptina liga-se seletivamente a e inibe a atividade da DPP-4, mas não a atividade da DPP-8 ou da DPP-9 in vitro, em concentrações próximas das exposições terapêuticas.

Propriedades Farmacodinâmicas

A administração de dose única de Benzoato de Alogliptina (substância ativa) a indivíduos sadios resultou em inibição máxima da DPP-4 no período de 2 a 3 horas após a administração e excedeu 93% na faixa de doses de 12,5 mg a 800 mg. A inibição de DPP-4 permaneceu acima de 80% após 24 horas para doses de > 25 mg. As exposições máxima e total ao GLP-1 ativo durante 24 horas nas doses de Benzoato de Alogliptina (substância ativa) de 25 mg até 200 mg foram 3 a 4 vezes mais elevadas com Benzoato de Alogliptina (substância ativa) em comparação ao placebo. Em um estudo de 16 semanas, duplo-cego, controlado por placebo, Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 25 mg causou diminuição do glucagon pós-prandial, enquanto aumentou os níveis de GLP-1 ativo pós-prandial em comparação ao placebo durante um período de 8 horas depois de uma refeição padronizada. Não está claro se estes achados estão relacionados com as variações no controle glicêmico geral em pacientes com diabetes mellitus tipo 2. Neste estudo, Benzoato de Alogliptina (substância ativa) 25 mg provocou reduções na glicemia pós-prandial de 2 horas comparado ao placebo (-30 mg/dL versus 17 mg/dL, respectivamente).

A administração de doses múltiplas de alogliptina a pacientes que apresentavam diabetes tipo 2 também causou inibição máxima de DPP-4 dentro de 1 a 2 horas e excedeu 93% com todas as doses (25 mg, 100 mg e 400 mg) depois de uma dose única e depois de 14 dias de administração uma vez ao dia. Com estas doses de Benzoato de Alogliptina (substância ativa), a inibição de DPP-4 permaneceu acima de 81% em 24 horas após 14 dias de administração.

Propriedades Farmacocinéticas

A farmacocinética de Benzoato de Alogliptina (substância ativa) foi estudada em indivíduos sadios e em pacientes que apresentavam diabetes tipo 2. Após a administração de doses orais únicas de até 800 mg em indivíduos sadios, a concentração plasmática máxima da alogliptina (Tmáx mediano) ocorreu 1 a 2 horas após a administração. Na dose clínica máxima recomendada de 25 mg, Benzoato de Alogliptina (substância ativa) foi eliminado com meia-vida terminal média (T1/2) de aproximadamente 21 horas.

Após a administração de doses múltiplas de até 400 mg por 14 dias em pacientes que apresentavam diabetes tipo 2, o acúmulo de alogliptina foi mínimo, com aumentos nas exposições total e máxima de 34% e 9%, respectivamente. As exposições total e máxima à alogliptina foram elevadas de modo proporcional com doses únicas e múltiplas de alogliptina entre 25 mg e 400 mg. O coeficiente de variação entre indivíduos para a ASC da alogliptina foi 17%. A farmacocinética de Benzoato de Alogliptina (substância ativa) também se mostrou similar em indivíduos sadios e em pacientes que apresentavam diabetes tipo 2.

Populações Específicas

Dados de segurança pré-clínica

Dados sobre interações medicamentosas

Cuidados de Armazenamento

Nesina deve ser conservado na embalagem original e à temperatura ambiente (15°C a 30°C).

Caractéristicas físicas

Dizeres Legais

MS – 1.0639.0266 

Farm. Resp.:  
Carla A. Inpossinato - CRF-SP nº 38.535 

Fabricado por:  
Takeda Pharmaceutical Company Limited  
Osaka, Japão 

Importado e embalado por: 
Takeda Pharma Ltda. 
Rodovia SP 340 S/N, Km 133,5 
Jaguariúna - SP 
CNPJ 60.397.775/0008-40 

Indústria Brasileira 

Venda sob prescrição médica.


informações complementares

Fabricante
TAKEDA
Princípio ativo
Benzoato De Alogliptina
Categoria do medicamento
Medicamentos de A-Z
NESINA 25MG 30 COMPRIMIDOS REVESTIDOS É UM MEDICAMENTO, NÃO USE SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA E ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.

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